Jejum e Oração…

03/01/2013

Jejum e oração  aliado ao conhecimento e ao fazer podem ser o primeiro passo na estrada da redenção da saúde física, mental , emocional e espiritual.
Jejum e oração aliando conhecimento e ação podem ser o primeiro passo na redenção física, mental, emocional e espiritual ,na estrada do autoconhecimento…

“Por que a fé que vocês têm é pequena. Eu lhes asseguro que se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderão dizer a este monte: ‘Vá daqui para lá’, e ele irá. Nada lhes será impossível. Mas esta espécie  de espírito só sai deste homem pela oração e pelo jejum”. (Jesus – Mateus 17:20-21)

 

Todo anos a cena se repete. Promessas de uma dieta séria e eficaz aliada a exercícios para poder corrigir os excessos alimentares do ano que passou ou dos anos que se foram. Alguns ensaios e muitas recaídas depois , se continua de onde se parou : acima do peso e frustrado.

Pior que isso é o fato de nós não entendermos ou não desejarmos refletir sobre as causas dos excessos alimentares. Variadas e complexas , desde uma depressão até uma euforia , desde comer por esporte ou por ansiedade , as causas da comilança desmedida tem forte impacto na economia da saúde física , mental , emocional e espiritual:

a) Física: promove a obesidade, o desgaste das articulações de carga como quadril , joelho e tornozelo ; eleva os níveis de colesterol, triglicerídeos, acido úrico ; acelera o desgaste do pâncreas com um diabetes de tocaia, etc.

b)Mental: a baixa concentração e produtividade intelectual;

c)Emocional :baixa auto-estima , frustrações e desmotivações recurrentes e desculpismos de toda sorte para justificar o sobrepeso galopante ( amanhã farei academia, tenho ossos largos , estou em fase de crescimento…pros lados);

d)Espiritual :a falta de força de vontade de encarar desafios é reflexo e estímulo para parar de perseguir objetivos novos, e nobres .O treinamento espiritual é estar diante de um desafio, traduzi-lo, resolvê-lo, superá-lo e ir em busca do outro , granjeando sabedoria e discernimento que poderão ser utilizados em prol de outrem.

No caso da obesidade ou compulsão alimentar convém lançar um dilema para refletir:

“ É melhor comer do que se gosta ou aprender a gostar do que se come?”

Explico:

Muitas pessoas, aficcionadas pela cozinha gordurosa e farta , às vezes , por restrição médica , tendo que enfrentar a hipertensão , o diabetes ou doenças gastrointestinais (pancreatite , por exemplo) , são convidadas pela dor a aprender a amar a saúde em detrimento do prazer da língua.

Neste momento aprendem a trocar o café recheado de manteiga e parmesão,bacon e ovos, leite e pães pela requintada iguaria de granola de castanha , nozes ,avelãs com iougurt ; trocar a feijoada ou a picanha de cada dia pela salada a mais variada possível (ervilhas, milho verde, cenoura e beterraba , brócolis e tomate, pimentão e pepino , acelga e alface americana, palmito e cogumelos, azeitonas e alcaparras) junto com um peixinho ou peito de frango; jantar aquela sopa de legumes ou sopa de galinha ou peixe e merendar frutas…claro que antes dormir não pode faltar aquele copo de coalhada light.

Feito o hábito , o hábito nos faz…mais saudáveis, mais dispostos, menos ansiosos, mais prestativos e úteis ao mecanismo da vida.

É disso que fala o jejum. Deixar de se abastecer com aquilo que nos locupleta. Trocar o bom ( paladar) pelo melor ( saúde) , trocar o prazer (volátil) , pela felicidade ( duradoura)…

Também não se pode esquecer do jejum de comentários maledicentes, críticas gratuítas e inoportunas , julgamentos com condenações…pois a palavra é de prata e o silêncio é de ouro.

Para iniciar este projeto, nos anos que se iniciam , necessitemos redobrar o interesse de comungar com planos superiores da evolução humana,Para isso necessitamos deixar o exterior um pouco de lado e voltar ao templo interno abandonado( a mais alta de todas as capelas, segundo Auta de Sousa),Ai é tentar se uníssono com a vontade do Pai,

Através do jejum dos vícios e da oração das virtudes haurimos forças que se transformam em poder transformador de nós mesmos. Não um poder intelectual, erudito ou pantomímico e sim o verdadeiro poder transformador da fé que transporta montanhas, porque sabe transportar montanhas( tem know-how) e não porque acredita que pode transportar montanhas( crença).

Mais importante que nos convertermos(conversão) em novas criaturas é nos transformarmos em novas crituras (revolução). Como uma lagarta em borboleta…ela não se converte , ela se revoluciona.

Um pouco de conhecimento e um pouco de atitude fazem toda a diferença neste processo lento e gradual.

O resto é esperar para ver o milagre da transformação acontecer…e ele vai!

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